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Ale Youssef – Parte 2

3 nov

Segunda parte do depoimento de Ale Youssef.

Leia alguns trechos do depoimento:

“A coordenadoria da juventude foi criada para focar e valorizar o trabalho de arte e ações de cidade e de política baseados no comportamento jovem. Qual era o comportamento jovem da cidade, o que os jovens estavam fazendo, seus principais anseios, suas formas de organização e etc. Foi um período em que o grafite ,por exemplo, foi incluído na pauta da cidade.  Uma das principais ações feitas na época foi buscar o imaginário da cidade e da identidade da cidade com o universo do grafite

“Estamos vivendo uma nova ordem mundial em que as pessoas prezam por transparência, comunicação direta, fim dos formalismos, que buscam por políticas públicas que representem a cabeça aberta para o novo; uma série de questões que acontecem hoje no mundo e que a política tradicional não representa. O artista que tem essa antena ligada absolutamente em todas essas questões acaba sentindo isso”

“É a partir da arte de hoje que pode-se criar uma nova forma de mobilização das gerações que não estão engajadas. Então se você tem a arte urbana questionadora, se você tem a música novamente iniciando uma série de questionamentos em relação a sociedade, você tem um novo ciclo de arte engajada”.

Você pode saber mais sobre Ale Youssef em aleyoussef.org

Regina Carmona

19 out

Regina Carmona

Aprender a se movimentar nesse mundo com um pouco mais de sabedoria, acho que a arte proporciona isso. As dificuldades que a gente passa faz a gente ser muito criativo e se você trabalha com ela tem uma forma de estar se expressando, é um registro daquilo que você vive através da arte”

Regina Carmona é graduada e Mestre em Poéticas Visuais pela Escola de Comunicações e Artes da USP. Recebeu apoio do MINC, MRE e Itamaraty para viagens e residências de arte na índia, Romênia, Polônia e Finlândia.

Regina foi convidada para gravar um depoimento por ter criado o projeto Circulo Três, um agente de atividades cooperativas que visava aproximar os artistas do público em um espaço colaborativo, onde funcionava o atelier dos artistas e onde eram feitas as exposições.

Regina também participou de projetos sociais que visavam à inclusão dos jovens e o ensino na arte como ferramenta para transformação.

Leia alguns trechos do depoimento:

“A coisa esta ai para ser vivida. A gente pode fazer, a gente pode achar caminhos para estar se mostrando. Se a gente não consegue todas as autorizações e permissões, faz de um jeitinho um pouquinho clandestino daqui um pouquinho clandestino dali.  Ninguém esta fazendo nada errado, ninguém esta prejudicando ninguém, pelo contrário: esta se tentando saídas criativas para um bem viver, para exercer uma função, para descobrir uma aptidão, uma qualidade, uma arte através da qual você possa se manifestar”

A arte esta presente, esta ensinando os jovens a se soltar através de um meio artístico. Os projetos que eu participei bastante eram sempre com jovens e adolescentes. Eram projetos através da secretaria de cultura que tentavam tirar os jovens da droga e dar uma atividade criativa para ele desenvolver”

“É essencial para todo artista tentar se aproximar, tentar estar próximo das pessoas sentido o cheiro a energia, sentir as coisas acontecendo. Acho que todo artista vai aprendendo no seu processo construtivo, no dialogo com seu trabalho. As trocas que se fazem são muito importantes! Quando você põe seu trabalho na rua para ver como que as pessoas reagem diante dele e como você também se coloca diante da reação dos outros”

“A arte é uma maneira de você se manifestar no mundo e o mundo se manifestar em você”

Crédito das fotos: Júlia Carmona

Dudu Tsuda – Parte 2

10 out

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“Motivação de canção: eu não estava preocupado se já havia usado algum recurso tecnológico, ou se o fato ou algum recurso de cenografia era batido ou não. A questão era mais uma necessidade pessoal.”

Motivação de canção: eu não estava preocupado se já havia usado algum recurso tecnológico,
ou se o fato ou algum recurso de cenografia era batido ou não. A questão era mais uma
necessidade pessoal.

Na segunda parte do depoimento de Dudu Tsuda, ele fala sobre algumas de suas instalações a as reações que causaram nas pessoas, reações mais pertinentes a emoção do que aos aparatos tecnológicos.

Guto Lacaz

13 set

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Guto Lacaz é artista multimídia, desenhista, ilustrador, designer, cenógrafo e editor de arte de revistas. Utiliza de vários lugares e situações para apresentar seus trabalhos: galerias, museus, teatros e espaços públicos. Ao longo se sua carreira, explorou os terrenos da ciência e da tecnologia.

Alguns trechos do vídeo:

“A arte muda sim! Quantas vezes eu já não sai transformado de uma exposição,
de um filme, de ter escutado um vinil, um cd, ter lido um poema. É muito poderoso quando
você recebe aquela energia estetica que ou você esta precisando ou não estava e aquilo
te atinge, é maravilhoso. Tem marcado grandes impactos na minha vida onde eu falo:
nossa! preciso estudar mais, vou fazer tal coisa e aquilo me encheu de energia
para me movimentar em uma determinada direção. Não só para mim, mas para muita gente”

“A arte muda sim! Quantas vezes eu já sai transformado de uma  exposição, de um filme, de ter escutado um vinil, um cd, ter lido um poema. É muito poderoso quando você recebe aquela energia estética que ou você esta precisando ou não estava e aquilo te atinge, é maravilhoso.

“Tem marcado grandes impactos na minha vida onde eu falo: nossa! preciso estudar mais, vou fazer tal coisa e aquilo me encheu de energia para me movimentar em uma determinada direção. Não só para mim, mas para muita gente”

“Tem esse movimento contemporâneo que começou com o grafite. Uma apropriação do espaço, uma transgressão. É interessante, mas ao mesmo tempo esta em um ponto de saturação: tem lugar que você vê muita camada. Mas também é um sinal de que tem vários artistas querendo mostrar trabalho.”

Biografia de Guto Lacaz:

É arquiteto pela FAU/USP e artista plástico. Em seu conjunto de obras podemos encontrar esculturas lúdicas, videoinstalações, multimídia, eletroperformances, projetos e instrumentos científicos. Participou de diversos eventos, entre eles  SKY ART na USP (1986), e Water Work Project, Toronto, Canadá (1978).

Lecionou comunicação visual e desenho de arquitetura na Faculdade de Artes Plásticas da PUC/Campinas, em 1978-80. Foi professor do curso A Técnica e a Linguagem do Vídeo,  no festival de inverno de Campos de Jordão, em 1983. Foi editor da revista Around AZ.

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Esse ano o prêmio Sério Motta entra em sua 8ª edicao e Guto Lacaz foi indicado para o premio Hors Concours.

Bete Nobrega

7 set


No depoimento gravado em um atelier que divide com Celso Gitahy, BT Nobrega fala sobre a importância da arte em sua vida e na vida das pessoas e do seu interesse pela arte pública.

“A arte pode transformar a vida das pessoas, pode deixa-las mais alegres. Não só a pintura como a dança, como a música, como o cinema e várias outras formas de expressão. Tudo isso é arte e as pessoas têm que ir atrás, cada um pode ver o que gosta e fazer um pouco nem que seja num momento de lazer, é muito importante”

“a”a arte pode transformar a vida das pessoas. Pode deixa-las mais alegres, felizes.
Não só a pintura como a dança, como a música, como o cinema e várias outras formas de
expressão. Tudo isso é arte e as pessoas têm que ir atrás, cada um pode ver o que gosta
e fazer um pouco nem que seja num momento de lazer, porque é muito importante”
“Comecei a curtir fazer na rua por causa desse contato com vários artistas, não eu
sozinha mas várias pessoas juntas”
“Grafite como forma de expressão. Chega a ser uma terapia, você coloca os sapos que
vocÊ engoliu pra fora ali naquela hora que você esta pintando”
“Meu trabalho tem uma influência afro, e as imagens tem todas
uma simbologia. São imagens primitivas, bem simples, bem sintéticas.
O que importa mesmo é passar a simbologia,não é um trabalho rebuscado.
Inclusive eu tenho até o interesse de fazer uma coisa que fique meio tosca
mesmo, porque a coisa da rua é tosca”
“a arte pode transformar a vida das pessoas. Pode deixa-las mais alegres, felizes.
Não só a pintura como a dança, como a música, como o cinema e várias outras formas de
expressão. Tudo isso é arte e as pessoas têm que ir atrás, cada um pode ver o que gosta
e fazer um pouco nem que seja num momento de lazer, porque é muito importante”
“a arte pode transformar a vida das pessoas. Pode deixa-las mais alegres, felizes.
Não só a pintura como a dança, como a música, como o cinema e várias outras formas de
expressão. Tudo isso é arte e as pessoas têm que ir atrás, cada um pode ver o que gosta
e fazer um pouco nem que seja num momento de lazer, porque é muito importante”
“a arte pode transformar a vida das pessoas. Pode deixa-las mais alegres, felizes.
Não só a pintura como a dança, como a música, como o cinema e várias outras formas de
expressão. Tudo isso é arte e as pessoas têm que ir atrás, cada um pode ver o que gosta
e fazer um pouco nem que seja num momento de lazer, porque é muito importante”
arte pode transformar a vida das pessoas. Pode deixa-las mais alegres, felizes.
Não só a pintura como a dança, como a música, como o cinema e várias outras formas de
expressão. Tudo isso é arte e as pessoas têm que ir atrás, cada um pode ver o que gosta
e fazer um pouco nem que seja num momento de lazer, porque é muito importante”