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Bete Nobrega

7 set


No depoimento gravado em um atelier que divide com Celso Gitahy, BT Nobrega fala sobre a importância da arte em sua vida e na vida das pessoas e do seu interesse pela arte pública.

“A arte pode transformar a vida das pessoas, pode deixa-las mais alegres. Não só a pintura como a dança, como a música, como o cinema e várias outras formas de expressão. Tudo isso é arte e as pessoas têm que ir atrás, cada um pode ver o que gosta e fazer um pouco nem que seja num momento de lazer, é muito importante”

“a”a arte pode transformar a vida das pessoas. Pode deixa-las mais alegres, felizes.
Não só a pintura como a dança, como a música, como o cinema e várias outras formas de
expressão. Tudo isso é arte e as pessoas têm que ir atrás, cada um pode ver o que gosta
e fazer um pouco nem que seja num momento de lazer, porque é muito importante”
“Comecei a curtir fazer na rua por causa desse contato com vários artistas, não eu
sozinha mas várias pessoas juntas”
“Grafite como forma de expressão. Chega a ser uma terapia, você coloca os sapos que
vocÊ engoliu pra fora ali naquela hora que você esta pintando”
“Meu trabalho tem uma influência afro, e as imagens tem todas
uma simbologia. São imagens primitivas, bem simples, bem sintéticas.
O que importa mesmo é passar a simbologia,não é um trabalho rebuscado.
Inclusive eu tenho até o interesse de fazer uma coisa que fique meio tosca
mesmo, porque a coisa da rua é tosca”
“a arte pode transformar a vida das pessoas. Pode deixa-las mais alegres, felizes.
Não só a pintura como a dança, como a música, como o cinema e várias outras formas de
expressão. Tudo isso é arte e as pessoas têm que ir atrás, cada um pode ver o que gosta
e fazer um pouco nem que seja num momento de lazer, porque é muito importante”
“a arte pode transformar a vida das pessoas. Pode deixa-las mais alegres, felizes.
Não só a pintura como a dança, como a música, como o cinema e várias outras formas de
expressão. Tudo isso é arte e as pessoas têm que ir atrás, cada um pode ver o que gosta
e fazer um pouco nem que seja num momento de lazer, porque é muito importante”
“a arte pode transformar a vida das pessoas. Pode deixa-las mais alegres, felizes.
Não só a pintura como a dança, como a música, como o cinema e várias outras formas de
expressão. Tudo isso é arte e as pessoas têm que ir atrás, cada um pode ver o que gosta
e fazer um pouco nem que seja num momento de lazer, porque é muito importante”
arte pode transformar a vida das pessoas. Pode deixa-las mais alegres, felizes.
Não só a pintura como a dança, como a música, como o cinema e várias outras formas de
expressão. Tudo isso é arte e as pessoas têm que ir atrás, cada um pode ver o que gosta
e fazer um pouco nem que seja num momento de lazer, porque é muito importante”

Celso Gitahy

28 ago

Convite e[3]..
“O grafite dialoga com a cidade, na busca não da permanência, enquanto significado de arte consagrada de uma época, mas de expansão da arte, que exercita a comunicação e faz propostas ao meio, de forma interativa. As cidades não só são o suporte, mas os tons das tintas e os movimentos todos dos surpreendente imaginário urbano” (GITAHY, 1999, p. 17 e 18).
o que é graffiti? 1999

“O grafite dialoga com a cidade na busca não da permanência, enquanto significado de arte consagrada de uma época, mas de expansão da arte, que exercita a comunicação e faz propostas ao meio, de forma interativa. As cidades não só são o suporte, mas os tons das tintas e os movimentos todos dos surpreendente imaginário urbano” em O que é graffiti?  de Celso Gitahy

Celso Gitahy inaugurou a nossa série de gravações.  O depoimento foi gravado no atelier que divide com Bete Nobrega e eventualmente com os alunos de sua oficina de Stencil.

Durante o depoimento Celso fala sobre a importância da arte urbana na rotina da cidade:

“Então precisa ter umas doses de silêncio, não é nada entende? É uma obra que você pode interpretar do jeito que você quer. A arte nesse sentido do grafite é fundamental porque ela preenche essa lacuna, ela serve como um balsamo mesmo, para fazer bem pras pessoas”

Do surgimento e da motivação do grafite:

“Como aconteceu com a música, no movimento punk “faça você mesmo”, sabe? Você pega a guitarra, três acordes num fundo de quintal. E o grafite vem com essa mesma veve.  Então vai pra rua e faz“.

E que além de tudo a arte precisa estar ligada ao público e ser um agente de transformação social:

“O stencil é muito bacana porque a pessoa tem todo um processo: o desenho, depois vem o corte, a impressão, até chegar no resultado final passa por algumas etapas. Nessas etapas surge a oportunidade para ir se falando de arte, de composiçao e ir incrementando esse processo”.